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Eu que sorrateiramente adentrei tua alma,
desvendei os teus mistérios, teu amor;
aconcheguei-me a ti, sem nenhum trauma,
quero extrair do teu corpo, o teu calor!


Quero dar-te os beijos que trago na alma,
sentir nas mãos teu corpo tremendo de ardor
pelo fogo das carícias. Sem ter calma,
amar-te... Amar-te com todo o meu fervor.


Tu, que tão bem soubeste envolver-me assim,
com teus olhares, maliciosos convites;
com tua voz a sugerir-me o encanto,


vem, vamos descobrir o amor até ao fim.
Não vale a pena deixar nossos corpos tristes,
enquanto nossas almas já estão pecando!

- Cida Alfieri -




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